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PorGelson Daniel

Egfocus – Serviço de Psicologia Lança Curso de Prevenção ao Abuso Sexual na Infância e Adolescência no dia 28 de Outubro de 2020.

Curso de Prevenção ao Abuso Sexual na Infância e Adolescência.

Educação Sexual e Prevenção ao Abuso Sexual Infantil e na Adolescência.

EDUCAÇÃO SEXUAL =>> TABU OU CIÊNCIA!?
Curso ONLINE de Educação Sexual e Prevenção ao Abuso Sexual Infantil e na Adolescência. – Com: Monica Kaimen.
Nos dias 28-29 e 30 de Outubro – 4-5 E 6 DE Novembro na plataforma Zoom, no horário das 19 as 21 horas
Educação Sexual e Prevenção ao Abuso Sexual Infantil e na Adolescência. um curso para Pais, Juristas, Psicólogos, Assistentes Sociais, Professores, Educadoras e Educadores de Infância, Médicos e muito mais.

Módulo 1:
O QUE É SEXUALIDADE INFANTIL E DE ADOLESCENTES.

– Diferenças entre sexualidade infantil e sexualidade de adultos.
– Diferenças entre Sexualidade e Sexo
– Como se desenvolve a sexualidade desde bebê até a adolescência.
– O que não ensinar na Educação Sexual.

Módulo 2:
O QUE É ABUSO SEXUAL INFANTIL E NA ADOLESCÊNCIA

– Tipos de abusos e a forma que os abusadores atuam.
– Consequências do abuso sexual.

Módulo 3:
COMO IDENTIFICAR SE UMA CRIANÇA OU UM ADOLESCENTE ESTÃO SENDO ABUSADOS.

– Recursos de comunicação da criança e do adolescente.
– Sinais físicos, comportamentais, emocionais , cognitivos e sexuais da criança e do adolescente que sofre abuso.
– Por que muitas crianças e adolescentes não contam que sofrem ou já sofreram abuso.
– Quais os comportamentos adequados da criança e do adolescente desde bebê?

Módulo 4
O QUE PRECISAMOS SABER PARA PROTEGER A CRIANÇA E O ADOLESCENTE DO ABUSO SEXUAL.

– Situações de risco.
– Internet e jogos virtuais.
– Comportamento suspeito dos abusadores.

Módulo 5:
MÉTODOS PRÁTICOS DE PREVENÇÃO AO ABUSO SEXUAL INFANTIL E NA ADOLESCENCIA.

– Como ensinar a criança a se proteger.
– Como ensinar os pais.
– Dinâmicas e ferramentas para a prevenção do abuso desde bebê até a adolescencia.

 

Módulo 6:
EDUCAÇÃO SEXUAL POSITIVA PARA OS PAIS!

– Manipulação genital na Infância e Masturbação na Adolescência.

– Como lidar com a nudez na família.

– Beijo na boca entre pais e entre filhos, pode?!

– Como explicar sobre bebês, sexo para crianças de todas as idades.

– Como falar sobre sexo, namoro e gravidez para os adolescentes!

 

A FORMADORA: Monica Kaimen.
* Formada em Ciências Biológicas
* Educadora Sexual há 18 anos
* Especialista em Sexualidade Humana
* Especialista em Psicologia e Saúde.
* Sou palestrante internacional.

PorGelson Daniel

Abuso Sexual – Por: Gelson Daniel

Abuso Sexual

Abuso sexual o que?

Ao certo que enumeras vezes já se questionou, sobre a questão aqui colocada, e foi mais afundo dela se perguntando o porque isso acontece? então estamos aqui para lhe ajudar a entender alguns aspectos sobre o tema.

A.B – Trata-se de uma situação em que uma criança ou adolescente é invadido em sua sexualidade e usado para gratificação sexual de um adulto ou mesmo de um adolescente mais velho. Pode incluir desde carícias, manipulação dos genitais, mama ou ânus, voyeurismo, exibicionismo ou até o ato sexual com ou sem penetração. Muitas vezes o agressor pode ser um membro da própria família ou pessoa com quem a criança convive, ou ainda alguém que frequenta o círculo familiar. O abuso sexual deturpa as relações socioafetivas e culturais entre adultos e crianças ou adolescentes ao transformá-las em relações genitalizadas, erotizadas, comerciais, violentas e criminosas.

O abuso sexual abrange vários tipos de agressões sexuais, como aliciamento e exploração sexual, assédio sexual e estupro.

O termo abuso sexual é utilizado de forma ampla para categorizar atos de violação sexual em que não há consentimento da outra parte. Fazem parte desse tipo de violência qualquer prática com teor sexual que seja forçada, como a tentativa de estupro, carícias indesejadas e sexo oral forçado.

Em Angola, a Lei vigente, o Código Penal protegem as vítimas nos casos dos chamados “crimes contra a dignidade sexual”. Apesar da existência da legislação e dos órgãos protetores, parte das vítimas de abusos sexuais apresenta resistência em denunciar os agressores. Entre os motivos da omissão da violência, estão medo (de ser julgada pela sociedade; de sofrer represália quando o agressor é uma figura de poder ou considerada pessoa de confiança), vergonha, burocracia das investigações e sensação de impunidade no julgamento dos culpados.

Segundo dados do Ministério da Saúde, a maior parte das vítimas de estupro é constituída de crianças e adolescentes, em torno de 70% dos casos denunciados. Os agressores mais recorrentes são membros da própria família ou pessoas do convívio da vítima.

O que é o estupro?

O estupro é o tipo mais grave de abuso sexual. Segundo a legislação angolana, o estupro vai além da penetração (conjunção carnal), de forma constrangedora e sem consentimento. Sexo oral, masturbação, toques íntimos e introdução forçada de objetos, por exemplo, também se enquadram nessa categoria de violência ou abuso sexual.

O estupro é caracterizado pelo uso de violência física ou psicológica, no qual o agressor ameaça a vítima para satisfazer o seu prazer.

Estupro x estupro de vulnerável

Acreditamos podemos dividir o crime de estupro entre menores e maiores de 14 anos:

Estupro de vulnerável – quando a vítima tem menos de 14 anos. Mesmo que haja consentimento no ato sexual ou demais atividades (como carícias), a lei julga o caso como estupro de vulnerável. O mesmo julgamento vale para pessoas com incapacidade de se defender, como é o caso de vítimas com deficiência mental ou física ou alguém que esteja sob efeito de droga.

O Código Penal Angolano vigente prevé no capítulo 4º, secção 1 sobre os crimes contra a honestidade, no seu artigo 394, punições que variam entre 2 à 8 anos para os crimes de estupro e de 8 à 12 anos para os crimes de violação de menores.

A pena para o estupro de vulnerável vai de oito a 12 anos de prisão. Há agravamento na pena se houver lesão corporal grave (10 a 20 anos de reclusão) ou se resultar em morte da vítima (12 a 24 anos).

Estupro – quando a vítima tem mais de 14 anos. Como citado anteriormente, são os casos em que há constrangimento da vítima e uso de força física ou violência psicológica para conseguir qualquer vantagem sexual.

A lei prevê pena de Oito a 12 anos de prisão para quem pratica o estupro. Quando a vítima é menor de 18 anos, a punição pode ser de oito a 12 anos de reclusão. Se houver morte, a pena aplicada é de 12 a 24 anos no regime fechado.

Estupro marital

Pouco discutido quando comparado aos outros tipos de estupro, o estupro marital é mais comum do que se imagina. Esse tipo de abuso sexual trata-se de quando o marido ou cônjuge obriga a esposa a fazer sexo com ele, usando de violência física e psicológica para conseguir o que quer.

Como a atividade sexual é presente nos relacionamentos, muitas culturas não enxergam o estupro marital como violência conjugal ou sexual, já que acreditam que é obrigação da mulher manter relações sexuais com o marido. Dos 193 países que integram a Organização das Nações Unidas (ONU), apenas 52 consideram o sexo forçado no casamento como crime.

Não pare agora, a informação a baixo é interessante…
Aliciamento e exploração sexual

O aliciamento é quando uma pessoa utiliza sua posição social para praticar abusos, ganhando a confiança até da própria vítima. Quando o aliciamento tem como objetivo o ganho financeiro do agressor, mesmo que ele não se relacione sexualmente com a vítima, há o crime de exploração sexual.

Facilitar a prostituição, exigir favores sexuais das vítimas para sua própria sobrevivência ou, como ainda ocorre em várias regiões do país, abusar sexualmente de crianças e adolescentes em troca de benefícios financeiros para a família da pessoa agredida (mesmo com o consentimento dos pais) são práticas de exploração sexual.

O aliciamento e a exploração sexual geralmente formam um círculo vicioso na vida da vítima, já que o agressor começa a colocar condições para o término dos abusos, dificultando as denúncias e o abandono das práticas sexuais.

psicologia e abuso sexual

abuso sexual em Angola

Assédio sexual x abuso sexual

O assédio sexual é um dos tipos de abuso sexual. Nesse caso, não precisa haver contato físico para que haja a agressão. Palavras constrangedoras, tentativa de toques e avanços sem permissão da outra pessoa, constrangimento com brincadeiras de teor sexual, observações sobre partes do corpo da vítima, pressão psicológica em troca de favores fazem parte das atitudes de quem assedia uma pessoa.

Vale lembrar que o constrangimento é algo presente nos abusos de todos os tipos. Muitos chefes intimidam suas funcionárias com aproximações forçadas, convites para encontros sexuais ou oferta de benefícios em troca de sexo (ou sexo oral e masturbação).

O assédio sexual é recorrente em casos nos quais o agressor tem um cargo superior às vítimas. A cultura machista da sociedade perpetua a figura da “troca de favores” como algo normal, dificultando as denúncias das pessoas assediadas.

Importunação sexual

A nomenclatura do crime de importunação sexual é recente em Angola. A prática consiste em qualquer ato que cause prazer sexual ao agressor e resulte no constrangimento da vítima, como os casos de homens que ejaculam em mulheres no transporte público.

Antes de ser chamado de importunação sexual, o crime era configurado como contravenção penal e resultava apenas em multa para o agressor. Com a nova tipificação, a pena pode ir de um ano a cinco anos de prisão.

Importância de denunciar

Somente uma parcela dos casos de abuso sexual, incluindo os assédios, chega ao conhecimento dos órgãos responsáveis por investigar os crimes sexuais. A conscientização sobre a necessidade de denunciar esses casos é fundamental para que mais agressores sejam punidos.

É importante lembrar que a culpa não é da vítima, independentemente do cenário em que ocorra a agressão sexual. Culpar a pessoa que foi assediada em seu trabalho ou estuprada por alguém só aumenta o sofrimento e não ajuda na diminuição dos crimes contra a dignidade.

O Instituto Nacional da Criança (INAC) lançou, o serviço grátis de denúncia, cujo número é 15015, para permitir que os menores façam queixa em caso de violação dos seus direitos.

é um canal para denúncias de diferentes violações dos Direitos Humanos, entre elas os casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Os dados recolhidos são encaminhados aos órgãos competentes e investigados. A ligação é gratuita, e a denúncia pode ser feita anonimamente.

Por: Gelson Daniel

PorGelson Daniel

Curso Educação Sexual e Prevenção ao Abuso Sexual Infantil e na Adolescência.

Curso Educação Sexual e Prevenção ao Abuso Sexual Infantil e na Adolescência.

Educação Sexual e Prevenção ao Abuso Sexual Infantil e na Adolescência.

Módulo 1:
O QUE É SEXUALIDADE INFANTIL E DE ADOLESCENTES.

– Diferenças entre sexualidade infantil e sexualidade de adultos.
– Diferenças entre Sexualidade e Sexo
– Como se desenvolve a sexualidade desde bebê até a adolescência.
– O que não ensinar na Educação Sexual.

Módulo 2:
O QUE É ABUSO SEXUAL INFANTIL E NA ADOLESCÊNCIA

– Tipos de abusos e a forma que os abusadores atuam.
– Consequências do abuso sexual.

Módulo 3:
COMO IDENTIFICAR SE UMA CRIANÇA OU UM ADOLESCENTE ESTÃO SENDO ABUSADOS.

– Recursos de comunicação da criança e do adolescente.
– Sinais físicos, comportamentais, emocionais , cognitivos e sexuais da criança e do adolescente que sofre abuso.
– Por que muitas crianças e adolescentes não contam que sofrem ou já sofreram abuso.
– Quais os comportamentos adequados da criança e do adolescente desde bebê?

Módulo 4
O QUE PRECISAMOS SABER PARA PROTEGER A CRIANÇA E O ADOLESCENTE DO ABUSO SEXUAL.

– Situações de risco.
– Internet e jogos virtuais.
– Comportamento suspeito dos abusadores.

Módulo 5:
MÉTODOS PRÁTICOS DE PREVENÇÃO AO ABUSO SEXUAL INFANTIL E NA ADOLESCENCIA.

– Como ensinar a criança a se proteger.
– Como ensinar os pais.
– Dinâmicas e ferramentas para a prevenção do abuso desde bebê até a adolescencia.

 

Módulo 6:
EDUCAÇÃO SEXUAL POSITIVA PARA OS PAIS!

– Manipulação genital na Infância e Masturbação na Adolescência.

– Como lidar com a nudez na família.

– Beijo na boca entre pais e entre filhos, pode?!

– Como explicar sobre bebês, sexo para crianças de todas as idades.

– Como falar sobre sexo, namoro e gravidez para os adolescentes!

 

A FORMADORA: Monica Kaimen.
* Formada em Ciências Biológicas
* Educadora Sexual há 18 anos
* Especialista em Sexualidade Humana
* Especialista em Psicologia e Saúde.
* Sou palestrante internacional.

PorGelson Daniel

PSICOLOGIA DAS CORES (O que é?)

Significado de Psicologia das Cores

O que é a Psicologia das Cores:

Psicologia das Cores consiste em um estudo aprofundado sobre como o cérebro humano identifica as cores existentes e as transforma em sensações ou emoções.

Este é um estudo psicológico que, junto com os conhecimentos da Teoria das Cores, ajuda a compreender a influência das cores nas emoções e nos sentidos de quem as percebe.

Essa influência pode ser percebida sobretudo na área do Marketing e na Publicidade, onde cada detalhe é pensado para que cause impacto no consumidor de uma determinada forma que o estimule a adquirir o produto ou serviço.

Em termos práticos, a simbologia das cores é fundamental para a composição do layout do produto. Quando são bem aplicadas, torna-se um atrativo no que diz respeito à aquisição e eficácia do material.

Psicologia das cores: quais as características?

Cada cor gera uma sensação diferente nas pessoas e, portanto, se torna fundamental saber utilizá-las. Para isso existem algumas características importantes na hora da utilização das cores, que são:

  • Dimensão: a cor pode afetar a percepção da dimensão do ambiente. Ou seja, dependendo da cor, a pessoa pode ter a impressão de que está em um espaço maior ou menor, sendo que ambos têm na verdade o mesmo tamanho.
  • Peso: as cores podem influenciar na sensação de peso que determinado objeto aparenta ter. De acordo com a cor usada, uma bola pode parecer mais leve ou mais pesada.
  • Iluminação: existem diferentes variações na absorção de luz, de acordo com a cor. Isso faz com que o ambiente ou o objeto aparente ser mais escuro ou iluminado.
  • Temperatura: as cores também podem transmitir a sensação de ambiente mais quente ou mais frio. As chamadas “cores quentes”, por exemplo, levam este nome por passarem esse tipo “calor”.
  • Simbolismo: a transmissão da ideia e significado que cada cor transmite pode variar de pessoa para pessoa, de acordo com as experiências de vida de cada um. Também é possível que uma cor desperte vários sentimentos e emoções distintas em uma mesma pessoa em diferentes momentos de sua vida.
  • Emoção: para a psicologia, as cores afetam diretamente o despertar das emoções nas pessoas. Elas podem influenciar no estado de espírito, humor, motivação e outras características psicológicas dos indivíduos.
  • Recordação: assim como os cheiros, a visualização das cores também pode estar associada a momentos específicos da vida de alguém. Assim, uma determinada cor pode fazer com que a pessoa lembre de uma situação do seu passado, por exemplo.

As cores na sua individualidade ainda possuem um significado específico, que também é importante na hora da composição do layout do produto ou serviço..

Significados das Cores na Psicologia

A Psicologia das Cores reconhece oito emoções primárias nos seres humanos: raiva, medo, tristeza, nojo, surpresa, curiosidade, aceitação e alegria.

Cada um desses sentimentos é representado por uma cor, sendo que estas desempenham um papel influenciador no comportamento das pessoas, de acordo com os estudos da psicologia.

Assim, segundo a interpretação dada pela psicologia, as cores quentes tendem a transmitir a sensação de energia, atividade e entusiasmo. Por outro lado, as cores frias estão relacionadas com a racionalidade, a calmaria e o profissionalismo.

Saiba mais sobre as Cores quentes e frias.

Vermelho

vermelho

Essa cor primária está ligada ao dinamismo, ou seja, a vontade de se movimentar e agir. Experiências mostram que o vermelho tem a capacidade de estimular o corpo humano, fazendo com que ocorra um aumento na pressão sanguínea e do número de batimentos cardíacos, por exemplo.

É uma cor usada para transmitir a sensação de alta intensidade e confiança. Entre as emoções relacionadas com esta cor, destaque para:

  • raiva;
  • paixão;
  • ira;
  • calor;
  • perigo;
  • violência;
  • fúria;
  • excitação.

Amarelo

amarelo

Por ser uma cor quente, o amarelo também transmite a sensação de dinamismo e estímulo. É considerada a cor do otimismo e da energia, segundo a psicologia das cores. Tem ainda a capacidade de estimular a concentração e o intelecto das pessoas.

Outra sensação associada a esta cor é o de conforto e felicidade. Entre alguns dos sentimentos que o amarelo também está relacionado, destaque para:

  • sabedoria;
  • alegria;
  • otimismo;
  • inveja;
  • doença;
  • idealismo;
  • covardia.

Laranja

laranja

O laranja é uma cor secundária que, assim como o vermelho, também transmite a ideia de movimento, excitação e desejo de ação. Mas, diferente do primeiro, o laranja não chega a ser tão impactante.

A psicologia das cores atribui a sensação de alegria, sociabilidade e animação para o laranja. Entre outros sentimentos relacionados a esta cor, destaque para:

  • humor;
  • energia;
  • calor;
  • extravagância;
  • entusiasmo;
  • amigabilidade.

Roxo

roxo

Essa cor atua diretamente na área cerebral destinada a criatividade, ou seja, promove um estímulo para a solução de “bloqueios criativos”.

Além disso, a sensação de calmaria e tranquilidade também estão relacionados com o roxo. Por essa razão, vários temas espirituais e ligados à fé são representados com esta cor.

O roxo ainda representa a imagem do sucesso, da nobreza e da riqueza. Entre outras relações, destaque para:

  • erotismo;
  • mistério;
  • sabedoria;
  • arrogância;
  • sensibilidade;
  • intimidade.

Azul

azul

O azul transmite a ideia de calma, serenidade e tranquilidade. Por esse motivo, costuma ser comum o seu uso para representar profissionalismo, estabilidade e segurança.

Alguns dos sentimentos que estão relacionados com a cor azul, de acordo com a psicologia das cores, são:

  • lealdade;
  • tranquilidade;
  • harmonia;
  • confiança;
  • limpeza;
  • frio;
  • depressão.

Verde

verde

Para a psicologia das cores, o verde está associado com a saúde, a vitalidade, a natureza e fertilidade. Para os psicólogos, essa cor possui a capacidade de acalmar as pessoas e aliviar o stress.

Entre os outros sentimentos que esta cor desperta, destaque para:

  • perseverança;
  • orgulho;
  • boa sorte;
  • juventude;
  • generosidade;
  • imaturidade;
  • ciúme;
  • meio ambiente.

By:GD

PorGelson Daniel

QI é relevante para alcançar o sucesso? Por: Pisc. Catarina Marisa dos Santos

QI é relevante para alcançar o sucesso?

Por: Psic. Catarina Marisa dos Santos

 

Uma breve abordagem sobre ter um QI Alto nos leva a descobrir que não é tão relevante para alcançar o sucesso profissional, sucesso nos negócios,e nos relacionamentos interpessoais.

Mas para sustentar essa afirmação é preciso abordar sobre os outros QS. E começo por falar sobre o tão desejado por muitos, o QI.

 

Quetal apresentarmos um pouco da historia do QI?  – Em 1912, Wilhelm Stern (1871-1938), propôs o termo “QI” (quociente de inteligência) para representar o nível mental, e introduziu os termos “idade mental” e “idade cronológica“. Stern propôs que o QI de pessoas com menos de 16 anos fosse determinado pela divisão da idade mental pela idade cronológica. Assim uma criança com idade cronológica de 10 anos e nível mental de 8 anos teria QI 0,8, porque 8 / 10 = 0,8. Se a pessoa tivesse mais de 16 anos, a curva de desenvolvimento intelectual em função da idade estaria quase no seu limite superior, e a fórmula deixa de fazer sentido.

Em 1916, Lewis Terman (1877-1956), propôs multiplicar o QI por 100, a fim de eliminar a parte decimal: QI = 100 x IM / IC, em que IM = idade mental e IC = idade cronológica. Com esta fórmula, a criança do exemplo acima teria QI 80.

A classificação proposta por Lewis Terman era a seguinte:

  • 121-130 Superdotação
  • 110- 120: Inteligência acima da média
  • 90-109: Inteligência normal (ou média)
  • 80-89: Embotamento
  • 70-79: Limítrofe
  • 50-69: Raciocínio Lento
  • 20-49: Raciocínio muito abaixo da média

Sendo assim, a fórmula exata do QI era:

Para determinar o Quociente de inteligência de uma pessoa Terman desenvolveu um teste que contém perguntas que iam desde problemas matemáticos até itens vocabulares, o qual pretendia apreender a “inteligência geral” (ver: inteligências múltiplas), uma habilidade mental inata que ele considerava tão mensurável quanto a altura ou o peso. Essa constante fundamental, que Terman chamava de um “dote original”, não seria alterada pela educação, pelo ambiente familiar ou pelo trabalho árduo.

O QI , que é o quociente de inteligência, é a medida da capacidade de compreensão para resolver problemas de matemática, para memorizar coisas,e recordar assuntos…ou seja, é a capacidade cognitiva. Segundo Daniel Goleman ele representa 10 a 20% da condição para o caminho rumo ao sucesso.

QI é nossa capacidade de apreensão, potencial cognitivo. Sempre foi considerado chiquérrimo ter um bom QI, ou ainda, um elevado QI. Foi uma busca interminável por pessoas que apresentassem um índice invejável de QI.

Mas….

Já é óbvio faz muito tempo, que ter um bom índice de QI, não significa atingir bom resultado com o que foi apreendido, ou seja, só através do conhecimento.

Portanto, a Inteligência Emocional (QE), passou a ter uma significativa importância, pois as Emoções estão a “serviço” e precisam ser efetivamente úteis, deixando de subjugar o Ego e arrebatá-lo à própria sorte, quando por breves instantes nenhum conhecimento consegue ser funcional. Assim conhecer o funcionamento pessoal a partir das próprias emoções e discernir como elas surgem e se propagam, é desenvolver uma capacidade de “administrá-las” com eficiência e então, expandir o desempenho e consequentemente os Resultados.

O QE, é o quociente emocional. É a medição da capacidade de estabelecer a paz com as pessoas respeitando os limites,ser genuíno , ser responsável, humilde, ser honesto, atencioso. O QE representa 70 a 80% da condição para ser bem sucedido na vida.

Mas….

Eu Marisa  que passei anos de minha Vida Profissional dedicada a unir QI + QE, com objetivo de Alta Performance, em tempos de valorização mais exclusiva do conhecimento, dissuadir corporações a assimilar ideia de investimento em Inteligência Emocional.

Aí vem outro desafio o QA (Coeficiente de Adversidade), simmm, mais qualidades que são úteis para o Ápice Profissional. Capacidade de resiliência, de lidar com oscilações de mercado, com as impermanências, com mudanças (que foram tornando-se cada vez mais contínuas e muito rápidas).

O que é o QA: Quociente de Adversidade , que é a medida da capacidade de passar por um período difícil na vida,e sair sem perder a cabeça.
O QA determina quem irá desistir diante dos problemas, abandonar a família, entregar-se ao vício do álcool, droga,ou até mesmo considerar o suicídio.

Assim lá fomos nós profissionais de Desenvolvimento Humano, atrás de Unir QI+QE+QA.

Mas…

A Psicologia clássica não era mais suficiente, para Conhecer e Desenvolver a Natureza Humana, para expandir sua Eficiência e Eficácia na Vida. Sim, porque já estava evidente que não era suficiente pensar num profissional apartado do Ser Humano, que a fala (palavras)  de deixar os problemas pessoais em casa, enquanto vai pro Trabalho e vive e versa, é pura Fofoca (como se diz na egfocus), o ser Humano é um recipiente onde tudo está ligado intrinsecamente, uma rede interna que depende de um equilíbrio.

Aí veio, finalmente o QS, quociente social: É a medida da capacidade de criar uma rede de amigos e manter por um longo período.

QS é ainda entendido como o (Coeficiente da Espiritualidade), trazendo uma nova Consciência para o Equilíbrio Humano, ligado à atitudes, valores, postura diante a Vida. A partir de Si Mesmo, em direção ao Outro, uma vez que o ser humano é um ser social e sociavel…

Claro que não se trata de religiosidade (que é uma escolha pessoal), mas de um conceito expandido sobre as Relações Humanas.

Digamos que o QE representa o nosso caráter,e o QS representa o nosso carisma, e as pessoas com maior QE e QS tendem a ir mais longe na vida do que aquelas que têm maior QI ,mas QE e QS baixos.

Ser inteligente não é a mola propulsora para se alcançar o sucesso, pois pessoas com QE podem superar pessoas com QI Alto, já que o QE, quociente emocional permite identificar, entender, utilizar,e administrar as nossas emoções,e pessoas com esse tipo de habilidades tendem a ter mais empatia, criar relacionamentos significativos , lidar com situações difíceis, lidar com situações de liderança. Ela nos leva a auto consciência, capacidade de se colocar no lugar do outro,entender visão dos outros, desenvolver a capacidade empreendedora. Todo trabalho envolve lidar com as emoções,e treinar elas , mesmo que envolvam questões de genética,ou experiências passadas , você consegue lidar com as situações.

Caro leitor,
Nas escolas capitalizam a melhoria do nível de QI, enquanto o QE ,e QS são reduzidos. É importante realizarmos que devemos ensinar as crianças a serem QI,mas também a serem QE,QS,e QA , projectando deste modo a prevenção de transtornos mentais, que são o cenário do panorama actual onde visualizamos mentes brilhantes,mas com quadros de transtornos diversos como: Depressão, Ansiedade,T. Pânico, Fobia social e mais …

É importante que os pais exponham as crianças a outras áreas da vida além da acadêmica, estimulem a criatividade das crianças. Elas devem ser seres humanos multifacetados, capazes de fazerem coisas independentes dos pais. Permita-lhes fazerem escolhas, ainda que errarem, permita que lidem com seus fracassos e familiarizarem-se com o insucesso.

Dessa forma estará a desenvolver o seu QA , e preparando-se para o caminho da vida com capacidade de resiliência impregnada.

Retenha essa reflexão: A expectativa em torno do QI como garantia de sucesso profissional e é ilusória. Trabalhar arduamente em nossas emoções nos permite não limitar-se diante das adversidades.
Recomendo o desenvolvimento do QE, QS, e QA não limitando a criança a cingir pelo QI. Mente sã, habilidades maximizadas,e sucesso eminente.

Mas….

Ainda dentro deste “Assunto do gato” (como costumo brincar), (aliás já nem sei de onde vem esse jargão), ainda temos a Física Quântica, trazendo novos e avançados conceitos sobre Possibilidades, noves fora, volta pro QI (apreender novos conceitos), lidar com essa “tensão” QE, absorvendo mais mudanças QA e integrar este novo Universo de Percepções QS.

Como não conheço se já inventaram um Coeficiente para isso, vou apelidar de QQ (Coeficiente Quântico ou Inteligência Quântica).

Eu sou a Psicóloga Catarina Marisa dos Santos

PorGelson Daniel

EGFOCUS – Empresa Angolana de Psicologia Lança hoje primeira turma do GVA

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PorGelson Daniel

“DESTRUIDORA DE LAR – GATUNA DE MARIDO” POR:Psic. Marisa dos Santos

Uma abordagem holística sobre o termo “Destruidora de lar”

POR: PSIC. MARISA DOS SANTOS

Crescemos a ouvir esse termo na nossa sociedade, e sabemos que nossos pais também já herdaram essa fraseologia dos nossos avós, que até já parece fazer parte das transmissões de certa forma cultural, que são os ensinamentos passados de geração a geração. Não podia trazer essa abordagem sem anexar na introdução o conceito de lar.

  • O que define um lar?

  • Casa é sinônimo de lar?

 

Pois bem, o termo lar é usado muito comumente pelas pessoas para descrever o local onde vivem, e que está intimamente associado a sensação de segurança, conforto, pertença e calma. Além de ser lugar onde há amor, apoio, respeito, construção de valores, partilha e transmissão de história da família . Diferente dos lares de acolhimento de crianças órfãs, idosos, onde se presta assistência social, emprestando um ambiente acolhedor de um lar, recriados o ambiente de um lar ,com assistência de profissionais como, professores, psicólogos, enfermeiros,médicos e assistentes sociais.

Como vimos no conceito de lar , ele está relacionado a família. Agora vamos então falar sobre o conceito de família? Mas prefiro poupar-vos daquela definição segundo a religião, porque teria de ser mais extensiva, e distanciar-me do contexto. Vamos ao foco?

Qual é o conceito de família?

Juridicamente a família é o conjunto de pessoas unidas pelos laços de afectividade, do matrimônio e da filiação,ou seja, unicamente os cônjuges e a prole.
A família é o espaço educativo por excelência, considerada o núcleo central do desenvolvimento moral, cognitivo,e afetivo no qual se criam, e educam as criança ao proporcionar os contextos educativos indispensáveis para cimentar a tarefa de construção de uma existência própria.

A família é também o espaço histórico e simbólico no qual se apoiam, amam, cuidam,e se desenvolve a divisão de tarefas. Prefiro não falar da definição da família natural constituída por pai ,mãe e filhos. A semelhança do que se passa nas outras sociedades, embora mais tarde, a família em Angola tem sido objeto de profundas mudanças, fruto de aspectos tão diversificados que decorrem do econômico,do social,do político,da organização do trabalho e emprego,do jurídico, da cultura,da religião e das mentalidades.

Tais mudanças deram origem aos diferentes tipos de família,como: Família Monoparental, Família matrimonial,família anaparental, Família mosaico, Família alargada entre outros tipos. Mas vamos para o foco , que é melhor!

Percebemos que os cônjuges são chamados a exercer responsabilidade para o funcionamento do núcleo familiar,e consequentemente a articular as suas habilidades para evitar ao máximo que se dissolva esse núcleo familiar.

Agora chegamos ao início da questão fulcral da abordagem. Vejo-me conduzida a colocar a seguinte questão.

Pode alguém estragar um lar ,se não pertence ao mesmo?

Ou devo colocar a questão de forma diferente!
De quem é a responsabilidade de preservar o lar,se não dos seus membros?

Tais questões trazem reflexões sobre o posicionamento dos verdadeiros donos dos lares, homem e mulher, mulheres e homens. E consegue-se fazer um Raio X comportamental de forma analítica dos envolvidos neste conseito “estragar lar” .

Conclui-se que os personagens estão invertidos, visto que a ausência de responsabilidade afetiva, a falta de respeito aos membros da família,a falta de consideração, a diminuição da atenção parental, a infedelidade, a alteração de humor, o desiquilíbrio emocional, a negligência aos cuidados dos filhos, esses ,e outros agentes estressores não podem ser causados por alguém extra lar, sem que haja a participação do membro desse mesmo lar.

É necessário que haja uma visão real da problemática e se retire o estereótipo padronizado e generalizado em torno desta fraseologia
“ESTRAGAR LAR”, estigmatizando mulheres que muitas vezes são vítimas de um cenário ilusório, e sofrem a consequência da pressão social , que em alguns casos leva a desenvolverem quadro depressivo.

Lares felizes, pessoas saudáveis NINGUÉM ROUBA O MARIDO …

Cuidar do clima emocional do nosso lar é a chave para se desenvolver como pessoa, se sentir bem e receber todos os benefícios de uma vida em família.

O lar é o lugar onde podemos ser “nós mesmos”. Entretanto, há um grande perigo, o do “vale tudo”. Com a confiança e com os hábitos, podemos negligenciar certos princípios como solidariedade e respeito.

É extremamente importante manter em nossa casa a cordialidade, o respeito, o autocontrole e a bondade. A inteligência emocional está enraizada em nosso lar e é a melhor garantia de uma vida feliz.

 

A inteligência emocional é muito importante, principalmente quando temos crianças em casa. Elas são as que mais sofrem com os conflitos. Por essa razão, é importante falar sobre nossos sentimentos e emoções, ao invés de explodir e acabar com a nossa saúde familiar.

antes de terminar gostaria de partilhar Três chaves para melhorar o clima emocional no lar, e deixares de dizer, ela ou ele roubou meu parceiro ou parceira (destruiu meu lar)

compartilho algumas dicas para melhorar o clima emocional em casa e não sair de sintonia com tanta facilidade.

1- Reflita e desafie a si mesmo

Você é capaz de comportar-se com a sua família como se o seu vizinho estivesse presente? Vai dizer para sua família algo que seu vizinho não pode ouvir?

Como dissemos anteriormente, é uma prova difícil. Os especialistas recomendam utilizar o “teste do vizinho” pelo menos uma vez por semana, para restaurar o equilíbrio emocional do seu lar.

2- Observe suas expressões e como demonstra afeto.

Todos nós precisamos de carinho e afeto. O estresse e a rotina diária nos fazem agir com dureza com os nossos entes queridos e isso compromete a confiança e o aconchego do lar.

3- A prioridade é o bem-estar geral e individual

Em um lar, todos cuidam de todos. Muitas vezes priorizamos nossos interesses, sem perceber que estamos sendo egoístas. É importante compartilhar os momentos e ajudar os demais. Quando o outro percebe seu interesse, se sente reconfortado e o clima emocional se equilibra.

Um lar é a construção mais importante da nossa vida.

Cuide dele.

Como sugestão aos casais, que tenham alinhamento em termos de objectivos do relacionamento,no sentido de promoverem saúde emocional e física mútua,e que não sejam estraga lar.

PorGelson Daniel

O Distanciamento Social e as Famílias – Por: Psic. Abiude Mainsel

O Distanciamento Social e às Famílias

 Por: Psic. Abiude Mainsel

Distanciamento Social

Trata-se de um conjunto de medidas adotadas em tempos de distanciamento social, tendo em conta a fase que delicada que o mundo se encontra com essa pandemia do COVD-19.
Famílias: O distanciamento social pode afetar a saúde, expondo os indivíduos em situações de estresse, de ansiedade, e depressão.
O distanciamento social não é bem recebido no seio das famílias, uma vez que afeta a Economia do País, e da família em si.
É importante, que durante o período de distanciamento social as famílias mantenham-se activas e cuidem de sua saúde Mental.

A preocupação de muitas famílias em relação ao distanciamento social, surge em relação ao pensamentos como exemplo: Quando vai terminar esse de distanciamento?
Como vou sustentar a minha família nesse período de distanciamento social?
Dicas as famílias, * se para tornarem sólidas* durante esse período de distanciamento social:
Evite isolar-se, como é custome de algumas pessoas, adolescentes, principalmente! que preferem passar a maior parte do seu tempo no quarto e nas redes sociais, procure passar esse período com sua família e em comunhão familiar Ajudara na redução de estresse, a manter a saúde física e mental de todos no vejo familiar

Aproveitem o momento façam comidas deliciosas como se cada dia fosse uma data super especial, cuidem da organização da casa em família, façam uma lista das actividades do lar onde todos os membros da família estão incluídos, inclusive as crianças, cada função de acordo a idade, isso também pode servir de diversão pra família! Aproveitem o momento pra se divertir, ouçam músicas, façam um plano de exercício físico ou vejam um filme educativo, tirar o tempo pra revisar com seus filhos as matérias escolares, incentive o hábito de leitura aos seus filhos, existem cursos online pela internet também é uma boa opção nessa fase, ensine também seus filhos a cozinhar, orar, cantar, criar e brincar.

Esforça-te para diminuir os conflitos e estresse no lar durante essa fase, visto que nesta fase não é possível ter empregados domésticos, neste caso as actividades do lar ficam a cargo da família. Muitos Pais não conhecem bem os seus filhos aproveitem esse tempo do Distanciamento social, para conhece-los e educa-los melhor, saber qual é a sua cor favorita, músicas ,filmes, desenhos animados preferidos, procure obter a confiança e amizade com os seus filhos nessa fase.

Aproveitem para brincar com seus filhos, e saber o que eles pensam e sentem! Ajudá-los a moldar o seu caráter e escolhas, converse com os seus filhos regularmente *, *para que ele saiba que os pais se preocupam e arranjam formas de estar presentes em suas vidas, vai ajudar na formação da personalidade dos vossos filhos.

Aos pais:

Este Distanciamento vem dar-vos uma grande lição!
Os filhos, passam maior parte do seu tempo nas creches, babás, escolas, ATL.
Alguns pais e filhos só se veem no período da noite, e alguns pais nem chegam a ver seus seus filhos acordados, e seus filhos não chegam a ver seus pais chegaram em casa, por causa da correria do dia dia e do trabalho,é fundamental que haja condições materiais, físicas, psicológica e emocionais, para criar uma criança.

Pais lembrem-se que as crianças nessa fase ficam mais sensíveis, por não estarem acostumadas a nova realidade do distanciamento social, por isso é normal que nesta fase elas chorem de vez em quanto e com frequência, têm birras, partem coisas, porque estão acostumadas a outra rotina diária onde podem se exprimir melhor

Cuidem dos vossos filhos e digam a eles o quanto amam eles

Aos casais:

Muitos casais estão juntos a tantos anos, mas não tem intimidade, e passam muito tempo longe um do outro, por causa do trabalho e actividades do dia-a-dia.
Sugestão: Aproveitem essa fase para reforçar a vossa intimidade,aproveitem o momento pra conversar bastante, rever e fazer planos futuros, *façam uma análise de como está a educação dos vossos filhos, façam um programa de cinema em casa à dois,* façam pipocas, e ponham as crianças pra dormir mas cedo.*

Façam uma lista de actividades:

Façam uma análise da vossa relação, e das mudanças que podem ser feitas pra melhorar a vossa relação, partilhar as actividades da casa, também vai ajudar a reforçar os laços entre si! Não deixar que as actividades e o cuidado com as crianças, fique somente a cargo da esposa mostra verdadeiro amor, respeito e consideração pela esposa focando-se nestas coisas, vai ajuda-lhe a manter-se longe de pensamentos e ideias negativas, este é o momento de aproveitar e meditar em coisas espirituais isso vai lhe ajudar muito nessa fase , aproveitem também esse tempo pra reflexões, pra construção de novas ideias e objetivos futuros, Aproveitem esse período de Distanciamento social, cuidem-se, respeitem-se, amem-se, uns aos outros!

Dinheiro é fundamental, mas não compra tudo!

A sua família e a sua saúde, são os bens mais precisos que existem, portanto cuide dela!

Por: Psic. Abiude Mainsel

 

 

PorGelson Daniel

Proxêmica: como se comunicar com o espaço em tempos de COVID-19

Proxêmica: como se comunicar com o espaço

RESUMO: O termo proxêmica (proxemics, em inglês) foi criado pelo antropólogo Edward T. Hall em 1963 para descrever o espaço pessoal de indivíduos num meio social. É exemplo de proxêmica o fato de que um indivíduo que encontra um banco de praça já ocupado por outra pessoa numa das extremidades tende a sentar-se na extremidade oposta, preservando um espaço entre os dois indivíduos.

Hall demonstrou que a distância social entre os indivíduos pode ser relacionada com a distância física. Nesse sentido, menciona quatro tipos de distância:

distância íntima: para abraçar, tocar ou sussurrar (15-45 cm);
distância pessoal: para interação com amigos próximos (45–120 cm);
distância social: para interação entre conhecidos (1,2-3,5 m); e
distância pública: para falar em público (acima de 3,5 m).

Hall indicou que diferentes culturas mantêm diferentes padrões de espaço pessoal. Nas culturas latinas, por exemplo, aquelas distâncias relativas são menores e as pessoas não se sentem desconfortáveis quanto estão próximas das outras; nas culturas nórdicas, ocorre o oposto.

As distâncias pessoais também podem variar em função da situação social, do gênero e de preferências individuais.

Proxêmica é o estudo das relações de proximidade e distância entre pessoas e objetos durante as interações.

Estuda a distância que as pessoas mantêm quando interagem e a presença ou ausência de contato físico. De tudo isso, a proxemia estabelece as distâncias emocionais que ocorrem entre as pessoas que interagem.

A proxêmica nos ensina que falar com uma pessoa à sua frente pode parecer normal, mas em algumas culturas, a posição mais aceita é ter um ângulo de 90 graus. O mesmo acontece com o cumprimento de beijos ou aperto de mão. Essas práticas que os brasileiros executam no seu dia a dia são consideradas muito intensas em outras culturas, como a nipônica. Eles preferem evitar o contato físico e se cumprimentam com um aceno de cabeça.

O contato na proxêmica

Cada cultura estabelece diferentes tipos de contato. Existem culturas em que o contato físico não é permitido em público, enquanto em outras ele ocorre frequentemente. Essas diferenças culturais levaram a uma distinção entre culturas de alto e baixo contato. As culturas de contato elevado são aquelas em que as distâncias entre as pessoas tendem a ser menores. Em contraste, em culturas com baixo contato o espaço entre pessoas que interagem é muito maior.

Essas diferenças culturais não aparecem apenas no contato, mas também estão presentes no espaço. A distância entre as pessoas e a configuração do ambiente indicam que a distância é considerada aceitável. Os espaços que diferentes culturas usam podem ser divididos em três: o espaço fixo, o semi-fixo e o pessoal ou informal.

O espaço na proxêmica

Os espaços fixos são as estruturas imóveis que marcam a distância. Os mais reconhecidos são as fronteiras entre países, mas também as disposições que as casas têm; a estrutura das famílias; os edifícios; a composição das cidades; ou as árvores que podemos encontrar dentro de uma cidade. Todos esses aspectos determinam, em parte, as distâncias que mantemos com outras pessoas.

“Cerca de trinta polegadas do meu nariz é a borda da minha pessoa, e todo o ar intacto no meio é o meu território herdado privado. Desconhecido, a menos que com olhos íntimos eu faça sinais fraternos. Tome cuidado, não se aproxime: não tenho canhão, mas eu cuspo”.
-Wystan Hugh Aude

O espaço semi-fixo é aquele em que os objetos não limitam o movimento, pois podem ser movidos. Uma porta pode ser aberta ou fechada. Existem dois tipos de espaços semi-fixos. Os sociófugos são aqueles que fazem com que as pessoas estejam em movimento pois algo as incomoda, como cadeiras ou modificações do lugar das coisas no supermercado, de modo que seja preciso procurá-las. Por outro lado, os sociopetos são aqueles que incitam conversas ou interações. Como, por exemplo, os assentos usados ​​por terapeutas ou mesas redondas que favorecem a conversa.

Finalmente, o espaço pessoal ou informal é aquele em torno do nosso corpo. Enquanto as culturas nórdicas tendem a ser distantes, as mediterrâneas, latinas e tropicais são muito próximas. Elas usam mais o contato físico e as distâncias entre as pessoas são muito curtas.

 

A distância na proxêmica

O espaço pessoal dá lugar à distância que ocorre entre pessoas em diferentes interações. A distância que mantemos de outras pessoas dependerá, além da nossa cultura, do relacionamento que temos. Com isso em mente, surgem quatro tipos de distâncias:

Distância íntima. Essa distância ocorre em relacionamentos íntimos, apaixonados, mas também com familiares e amigos íntimos, embora com estes últimos a distância ocorra de forma mais distante. A distância íntima é uma invasão do espaço pessoal, portanto, nem todos a aceitam.
Distância pessoal. O contato com essa distância é dado sem invadir o espaço pessoal. É usado com pessoas próximas, com pessoas que conhecemos quando conversamos com alguém. Embora varie entre culturas, esse espaço geralmente é a distância de um braço.
Distância social. É a distância que mantemos com estranhos. Nós a usamos com pessoas sem um relacionamento de amizade, com as quais não há proximidade emocional, quando estamos encontrando uma pessoa ou em reuniões de trabalho.
Distância pública. Esta é uma distância de mais de 3,5 metros. É a distância ideal para se dirigir a um grupo de pessoas. A distância exige que o tom de voz seja mais alto e nós o usamos em palestras e conversas.
Embora existam muitos fatores envolvidos, a proxêmica é muitas vezes similar nas interações que temos no nosso dia a dia. As distâncias e os contatos que temos com outras pessoas serão diferenciados pela proximidade emocional que temos com elas. Mesmo assim, o uso do espaço também irá influenciar, colocando impedimentos ou favorecendo a proximidade.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_prox%C3%AAmica